Campeonato Mundial de Vôlei Feminino 2025: jogos e horários na Tailândia

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Gabi Vôlei Seleção Brasileira Foto: Gabi Vôlei Seleção Brasileira - Foto: Instagram

A bola sobe para o Campeonato Mundial Feminino de Vôlei 2025, que reúne 32 seleções na Tailândia, entre 22 de agosto e 7 de setembro, em busca do título mais cobiçado do esporte. Com jogos disputados em quatro cidades – Bangkok, Chiang Mai, Nakhon Ratchasima e Phuket –, o torneio promete confrontos emocionantes, com a seleção brasileira, sob o comando de José Roberto Guimarães, buscando o inédito ouro após quatro pratas e um bronze na história. A competição, que marca o início de um novo ciclo bienal, terá 64 partidas ao longo de 14 dias, com a fase eliminatória concentrada em Bangkok. A estreia do Brasil será contra a Grécia, em Chiang Mai, às 9h30 (horário de Brasília), com transmissão pelo SporTV e VBTV. O evento reforça a Tailândia como potência no voleibol asiático, enquanto o Brasil almeja superar a Sérvia, atual bicampeã.

O formato do Mundial 2025 mantém a estrutura de 2022, mas com mais equipes, ampliando a competitividade. Divididas em oito grupos de quatro, as seleções disputam a fase inicial em sistema de todos contra todos, com os dois melhores de cada chave avançando para as oitavas de final. A competição, agora bienal, reflete a evolução do calendário da FIVB, que busca maior dinamismo e visibilidade para o esporte.

A seleção brasileira, cabeça de chave do Grupo C, chega com moral após conquistar o bronze em Paris 2024 e o vice na Liga das Nações 2025. A torcida espera que nomes como Gabi, capitã e ídolo local na Tailândia, liderem o time rumo ao topo.

  • Principais adversários do Brasil: Grécia, França e Porto Rico na fase de grupos.
  • Transmissão no Brasil: SporTV 2 e VBTV (streaming pago).
  • Cidades-sede: Bangkok, Chiang Mai, Nakhon Ratchasima e Phuket.
  • Premiação: MVP receberá US$ 100 mil, e a equipe campeã, US$ 1 milhão.

Programação dos jogos do Brasil na fase inicial

A seleção brasileira feminina de vôlei inicia sua jornada no Mundial 2025 em Chiang Mai, enfrentando adversários do Grupo C. Com um elenco experiente, o Brasil é favorito para avançar às oitavas, mas precisa manter o foco contra equipes que, apesar de menos tradicionais, podem surpreender. A seguir, os jogos da primeira fase, todos às 9h30 (horário de Brasília):

  • 22 de agosto (sexta-feira): Brasil x Grécia – Estreia do time de Zé Roberto Guimarães contra um adversário em ascensão no cenário europeu.
  • 24 de agosto (domingo): Brasil x França – Confronto contra a seleção francesa, que busca consolidar seu espaço no voleibol mundial.
  • 26 de agosto (terça-feira): Brasil x Porto Rico – Último jogo da fase de grupos, contra uma equipe com tradição na América Latina.

O Brasil, como cabeça de chave, joga sempre no horário nobre local (19h30 na Tailândia, equivalente a 9h30 no Brasil), o que garante maior visibilidade. Caso avance, a equipe retorna às quadras no dia 31 de agosto, enfrentando um adversário do Grupo F (China, República Dominicana, Colômbia ou México) nas oitavas de final.

A preparação da equipe incluiu um período de aclimatação no Japão, com treinos em Okinawa, para adaptação ao fuso horário e às condições climáticas asiáticas. A estratégia visa minimizar o impacto das longas viagens e maximizar o desempenho em quadra.

Formato e cidades-sede do torneio

O Mundial Feminino de Vôlei 2025 é um marco na história da competição, com a expansão para 32 seleções e a adoção do ciclo bienal. A fase de grupos ocorre em quatro cidades tailandesas, cada uma com sua atmosfera única, enquanto o mata-mata será exclusivo em Bangkok, capital do país. A escolha da Tailândia reflete o crescimento do voleibol na Ásia, com ginásios modernos e uma torcida apaixonada.

  • Bangkok: Recebe os Grupos A e H, além de todas as fases eliminatórias.
  • Chiang Mai: Palco dos jogos do Grupo C, incluindo o Brasil.
  • Nakhon Ratchasima: Sede dos Grupos D e E, com equipes como Estados Unidos e Turquia.
  • Phuket: Abriga os Grupos B e G, com Itália e Polônia como destaques.

A fase de grupos ocorre entre 22 e 27 de agosto, com partidas alternadas: Grupos A, B, C e D jogam nos dias 22, 24 e 26, enquanto E, F, G e H entram em quadra nos dias 23, 25 e 27. As oitavas de final estão programadas para 29 de agosto a 1º de setembro, seguidas pelas quartas (3 e 4 de setembro), semifinais (6 de setembro) e finais (7 de setembro).

A Tailândia, anfitriã e cabeça de chave do Grupo A, enfrenta Suécia, Países Baixos e Egito, buscando aproveitar o apoio da torcida local para avançar. A Sérvia, atual campeã, está no Grupo H, ao lado de Japão, Ucrânia e Camarões, enquanto a Itália, campeã olímpica, enfrenta Bélgica, Cuba e Eslováquia no Grupo B.

História do Brasil no Mundial

A seleção brasileira feminina de vôlei é uma das mais tradicionais do mundo, com 18 participações em Mundiais, igualando Estados Unidos e Japão. Apesar do sucesso em outras competições, como os ouros olímpicos de 2008 e 2012, o Brasil ainda busca o primeiro título mundial. A equipe chegou à final em 1994, 2006, 2010 e 2022, mas ficou com a prata em todas, com a derrota mais recente para a Sérvia. Em 2014, conquistou o bronze, e em 1998, terminou em quarto lugar.

A campanha de 2022, nos Países Baixos e Polônia, foi marcada por grandes atuações, mas a Sérvia, com um jogo sólido, levou o título. Agora, sob a liderança de Zé Roberto Guimarães, tricampeão olímpico, o Brasil aposta em um elenco renovado, com jovens talentos e veteranas como Gabi, para finalmente alcançar o topo.

  • Maiores vencedoras: Rússia (7 títulos), Cuba e Japão (3 títulos cada).
  • Melhor campanha do Brasil: Vice-campeã em 1994, 2006, 2010 e 2022.
  • Jogadoras-chave: Gabi, Rosamaria, Carol e Thaisa são nomes a observar.
  • Desafio principal: Superar potências como Sérvia, Itália e Estados Unidos.

O Brasil chega ao Mundial com um elenco equilibrado, mesclando experiência e juventude. A torcida tailandesa, que idolatra Gabi, promete apoiar a seleção brasileira, criando um ambiente favorável em Chiang Mai.

Premiação e impacto financeiro

A FIVB anunciou um aumento significativo na premiação para o Mundial 2025, reforçando o compromisso com a valorização do esporte. O torneio distribui valores expressivos, com destaque para a equipe campeã, que embolsará US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,4 milhões). A premiação individual também foi triplicada em relação a edições anteriores, com o MVP recebendo US$ 100 mil (R$ 540 mil) e os atletas do “time ideal” ganhando US$ 50 mil (R$ 270 mil) cada.

  • Equipe campeã: US$ 1 milhão (R$ 5,4 milhões).
  • Vice-campeã: US$ 500 mil (R$ 2,7 milhões).
  • Terceiro lugar: US$ 250 mil (R$ 1,3 milhões).
  • MVP do torneio: US$ 100 mil (R$ 540 mil).

O aumento reflete a crescente popularidade do voleibol e o investimento da FIVB em atrair mais público e patrocinadores. Comparado à Liga das Nações, onde o MVP recebe US$ 30 mil, o Mundial se consolida como o principal torneio da modalidade, tanto em prestígio quanto em retorno financeiro.

Expectativas para o mata-mata

A fase eliminatória, disputada exclusivamente em Bangkok, promete ser o ponto alto do torneio. A partir das oitavas, os confrontos são eliminatórios, com jogos decisivos que testarão a consistência das equipes. O Brasil, caso avance do Grupo C, pode enfrentar adversários como China ou República Dominicana, dependendo da classificação do Grupo F.

As quartas de final, marcadas para 3 e 4 de setembro, devem trazer duelos clássicos, como possíveis confrontos entre Itália e Sérvia ou Estados Unidos e Turquia. As semifinais, no dia 6, definirão as finalistas, enquanto a disputa pelo bronze e a grande final ocorrem no dia 7 de setembro. A Sérvia, atual bicampeã, e a Itália, campeã olímpica, são as principais favoritas, mas o Brasil, com sua tradição e elenco forte, tem chances reais de surpreender.

A torcida brasileira espera que a seleção, liderada por Zé Roberto Guimarães, repita o desempenho sólido das Olimpíadas de Paris e da Liga das Nações, onde chegou à final. A experiência em grandes competições e a química do grupo são trunfos para enfrentar adversários de peso.

Curiosidades sobre o Mundial

O Mundial Feminino de Vôlei 2025 é repleto de fatos interessantes que aumentam a expectativa para o torneio. A Tailândia, conhecida por sua paixão pelo voleibol, espera lotar os ginásios, especialmente em Bangkok, onde a fase final será disputada. A seguir, algumas curiosidades:

  • Primeira edição ampliada: É a primeira vez que o Mundial feminino conta com 32 seleções, oito a mais que em 2022.
  • Ciclo bienal: A partir de 2025, o torneio será realizado a cada dois anos, aumentando sua frequência.
  • Tailândia como anfitriã: O país sedia o Mundial pela primeira vez, reforçando sua relevância no voleibol asiático.
  • Gabi na Tailândia: A capitã brasileira é uma das jogadoras mais populares entre os torcedores tailandeses.

O torneio também marca a sétima participação da Tailândia em Mundiais, com a seleção local buscando uma campanha histórica. A FIVB espera que o evento atraia milhões de espectadores, tanto nos ginásios quanto pelas transmissões globais, consolidando o voleibol como um dos esportes mais assistidos do mundo.

Beatriz Lima é colaboradora da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2024.

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