Eduardo Meirelles, jornalista e biógrafo de Lucélia Santos, morre aos 30 anosPor Luís Henrique Costa
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O jornalista Eduardo Vieira de Lima Meirelles, natural de Luziânia, em Goiás, morreu aos 30 anos de idade após sofrer um mal-estar em seu apartamento no Rio de Janeiro. A família confirmou o falecimento do profissional, que se destacou por sua formação em jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB) e passagens por veículos como Poder360 e Revista Fórum, além de atuar na assessoria de imprensa do Senado Federal. Ele se tornou conhecido nacionalmente pela autoria da biografia “Lucélia Santos: Coragem Para Lutar”.
O falecimento de Eduardo ocorreu em 29 de julho de 2026. A notícia gerou uma onda de homenagens nas redes sociais, com manifestações de pesar de familiares, amigos e colegas de profissão que trabalharam com ele.
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A atriz Lucélia Santos, protagonista da novela “Escrava Isaura” e tema da biografia escrita por Eduardo, expressou sua dor: “Quanta vida! Quanta paixão você sempre teve em tudo que fez e criou por aqui. Não consigo acreditar. Voa, Duda, com os anjos e a Paz. Te amo eternamente”.
Investigação sobre a causa da morte do jornalista
A prima do jornalista, a vocalista Sol Leles, explicou que Eduardo passou mal durante a madrugada após retornar de um jantar com amigos. Ele procurou ajuda com o porteiro do prédio para chamar uma ambulância, mas ao retornar para o apartamento, já havia falecido antes da chegada do socorro. A família aguarda esclarecimentos, porém a principal hipótese para a morte súbita é um infarto.
Sol Leles contou que, na infância, Eduardo foi diagnosticado com um sopro no coração, aos 9 anos. Na época, um médico sugeriu a necessidade de uma cirurgia, mas o procedimento nunca foi realizado, e ele viveu sem maiores problemas de saúde até então. Essa informação adiciona um contexto importante à súbita fatalidade.
O corpo do jornalista chegou à sua cidade natal, Luziânia, na madrugada de 30 de julho de 2026, onde serão realizados o velório e o sepultamento.
Família e amigos relembram jornalista como um jovem brilhante
Para a família, a perda de Eduardo, conhecido carinhosamente como Dudu, é devastadora. Sol Leles descreveu o primo como um “jovem brilhante” e “genial”, alguém que deixou sua marca e foi reconhecido como um “guerreiro” por sua inteligência e dedicação a valores intensos.
Sol lembrou que Eduardo sempre foi um menino com grandes aspirações, buscando ser uma pessoa valorosa e importante. Ela o considerava um “gênio”, capaz de discutir assuntos complexos desde a adolescência, e com uma forte espiritualidade.
Aos 30 anos, Eduardo já havia alcançado muitas conquistas. A prima o descreveu como audacioso, alguém que vivia a vida intensamente, dedicava-se aos estudos e tinha um grande interesse por política. Ela também destacou sua personalidade alegre, a “energia da família” e uma “explosão de luz” que irradiava para todos.
Entre seus grandes sonhos, Eduardo almejava concluir o livro que escrevia, viajar por muitos lugares e participar de diversas comissões, impulsionado por um “senso de justiça absurdo”.















