Equipes buscam brasileira após colisão de barcos em VenezaPor Carolina Costa
2 min de leitura
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Autoridades da Itália realizam buscas pela brasileira Gabriela Querino Elorriaga, de 26 anos, desaparecida em 13 de setembro de 2026 após a colisão entre a embarcação em que navegava e um táxi aquático no canal Tessera, em Veneza. Ela viajava com o marido italiano Sean Michieli, de 25 anos, no momento em que o barco afundou durante a travessia.
Vítima italiana teve morte cerebral confirmada em hospital
Socorrido em estado gravíssimo com traumatismo craniano, Sean Michieli passou por procedimento cirúrgico de emergência no hospital dell’Angelo, localizado em Mestre, mas teve a morte cerebral constatada pelos médicos.
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Equipamentos mobilizados na operação de resgate
Mergulhadores vasculham as águas do canal Tessera para encontrar a vítima. As operações continuam. Equipes contam com apoio aéreo e veículos náuticos para ampliar a área de busca.
- Equipes de mergulho especializadas nas águas de Veneza
- Apoio aéreo de helicóptero para visualização da superfície
- Veículos aquáticos do tipo jet ski para varredura rápida
- Recuperação completa dos destroços da embarcação envolvida no impacto
Relato de familiares sobre o desaparecimento
A mãe da passageira, Gisele, afirmou que tenta viajar até a Itália para acompanhar as ações de resgate e relatou dificuldades para obter informações com as autoridades locais. A irmã da jovem escreveu uma declaração pública: “Nossa família está desesperada, sem notícias e vivendo momentos de muita angústia”.
Histórico do casal e atividade na região
Casados há três meses, Gabriela Querino Elorriaga costumava acompanhar com frequência a rotina de trabalho marítimo do companheiro Sean Michieli, que exercia a profissão de pescador tradicional na região de Veneza, ofício herdado e compartilhado por outros membros de sua família.
Posicionamento do Ministério das Relações Exteriores
O Itamaraty informou que tem conhecimento do ocorrido em Veneza e mantém contato com os parentes para prestar a devida assistência consular. O órgão declarou a respeito do sigilo do atendimento: “Em atendimento ao direito à privacidade e em observância ao disposto na Lei de Acesso à Informação, o Ministério das Relações Exteriores não fornece informações sobre casos individuais de assistência a cidadãos brasileiros.”















