Abono salarial 2025: veja como receber até R$ 1.518 a partir de 15 de maio pela Caixa e Banco do Brasil

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Caixa Economica Federal Foto: Caixa Economica Federal - Alf Ribeiro / Shutterstock.com

A Caixa Econômica Federal deu início à liberação dos pagamentos do abono salarial PIS/Pasep referente ao exercício de 2025, trazendo alívio financeiro para milhões de trabalhadores brasileiros. O programa, que beneficia tanto empregados do setor privado quanto servidores públicos, já está em sua quarta etapa, com foco nos nascidos em maio e junho, que terão os valores creditados a partir de 15 de maio. Este benefício, calculado com base no salário mínimo vigente de R$ 1.518, é aguardado por cerca de 25,8 milhões de pessoas, com um montante total de R$ 30,7 bilhões a ser distribuído ao longo do ano. A organização do calendário, definida pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), garante que os repasses sejam feitos de forma escalonada, conforme o mês de nascimento dos beneficiários, facilitando o acesso ao recurso.

O abono salarial é um direito assegurado aos trabalhadores que cumprem requisitos específicos, como ter exercido atividade formal por pelo menos 30 dias no ano-base, que, para 2025, é 2023. Além disso, a remuneração média mensal deve ser de até dois salários mínimos, equivalente a R$ 2.640 no ano-base. A inscrição no programa PIS/Pasep por pelo menos cinco anos e a correta atualização dos dados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou no eSocial também são condições obrigatórias. Essas exigências garantem que o benefício chegue apenas aos trabalhadores elegíveis, promovendo uma distribuição justa dos recursos.

Para muitos brasileiros, o abono salarial representa uma oportunidade de complementar a renda, pagar dívidas ou investir em necessidades básicas. A expectativa em torno dos pagamentos de maio reflete a importância desse recurso em um contexto econômico desafiador, marcado por inflação e aumento do custo de vida. A seguir, detalhamos como funciona o programa, quem tem direito, as datas de pagamento e os procedimentos para consulta e saque.

Pis-Pasep
Imagem Mix Vale

O que é o abono salarial PIS/Pasep

O abono salarial PIS/Pasep é um benefício trabalhista instituído pela Constituição Federal de 1988, com o objetivo de complementar a renda de trabalhadores de baixa renda. O Programa de Integração Social (PIS) é destinado aos empregados do setor privado e administrado pela Caixa Econômica Federal, enquanto o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) beneficia servidores públicos, militares e funcionários de estatais, sendo gerido pelo Banco do Brasil. Ambos os programas utilizam recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que também financia o seguro-desemprego.

O valor do abono é proporcional ao tempo trabalhado no ano-base, variando de R$ 126,50, para quem atuou por apenas um mês, até R$ 1.518, equivalente a um salário mínimo, para quem trabalhou os 12 meses de 2023. O cálculo considera o salário mínimo vigente na data do pagamento, garantindo que o valor acompanhe os reajustes anuais. Em 2025, o governo federal ampliou o orçamento do programa, destinando R$ 30,7 bilhões para atender 25,8 milhões de trabalhadores, um aumento significativo em relação aos R$ 27 bilhões pagos em 2024, que beneficiaram 25,6 milhões de pessoas.

  • PIS: Voltado para trabalhadores da iniciativa privada, pago pela Caixa Econômica Federal.
  • Pasep: Destinado a servidores públicos, militares e empregados de estatais, pago pelo Banco do Brasil.
  • Ano-base: Para 2025, considera-se o ano de 2023, com informações fornecidas pelos empregadores até maio ou agosto de 2024.
  • Valor máximo: Até R$ 1.518, dependendo do número de meses trabalhados.

Quem tem direito ao abono salarial

O direito ao abono salarial é garantido aos trabalhadores que atendem a critérios específicos, estabelecidos pela Lei nº 7.998/1990 e regulamentados pelo Codefat. Esses requisitos asseguram que o benefício seja direcionado a trabalhadores de baixa renda que mantiveram vínculo formal no ano-base. Abaixo, os principais critérios de elegibilidade:

  • Ter trabalhado formalmente, com carteira assinada, por pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, em 2023.
  • Receber remuneração média mensal de até dois salários mínimos (R$ 2.640 em 2023).
  • Estar inscrito no programa PIS/Pasep há, no mínimo, cinco anos, contados a partir do primeiro vínculo formal.
  • Ter os dados corretamente informados pelo empregador na RAIS (até 15 de maio de 2024) ou no eSocial (até 19 de agosto de 2024).

Além disso, o benefício é exclusivo para trabalhadores cujos empregadores contribuem para o PIS ou Pasep. Isso inclui empresas privadas, órgãos públicos, estatais e entidades que participam desses programas. Trabalhadores autônomos, informais ou que não tiveram seus dados registrados adequadamente pelos empregadores não são elegíveis.

A exigência de cinco anos de inscrição no programa é um dos pontos que mais geram dúvidas. Esse período começa a contar a partir do momento em que o trabalhador é registrado pela primeira vez no PIS ou Pasep, geralmente no primeiro emprego formal. Por exemplo, um trabalhador que começou a trabalhar em 2018 já cumpre esse critério em 2025. No entanto, a falta de atualização dos dados pelo empregador pode impedir o recebimento do benefício, mesmo que o trabalhador atenda aos demais requisitos.

Como consultar o direito ao abono

A consulta ao abono salarial é um passo essencial para confirmar a elegibilidade e a data de pagamento. Desde 5 de fevereiro de 2025, os trabalhadores podem verificar se têm direito ao benefício por meio de canais oficiais. A digitalização dos serviços facilitou o acesso às informações, permitindo que os trabalhadores consultem os dados sem a necessidade de comparecer a agências bancárias.

Os principais canais de consulta incluem o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, disponível para Android e iOS, e o portal Gov.br. No aplicativo, basta acessar a aba “Benefícios”, selecionar “Abono Salarial” e clicar em “Pagamentos” para verificar o valor, a data de depósito e o banco responsável. Outra opção é a Central Alô Trabalho, pelo telefone 158, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h, com ligação gratuita. Para quem prefere atendimento presencial, as Superintendências Regionais do Trabalho oferecem suporte.

Trabalhadores do setor privado também podem usar os aplicativos Caixa Trabalhador e Caixa Tem para consultar o PIS. Esses aplicativos permitem verificar o calendário de pagamentos, o valor disponível e o status do depósito. No caso do Pasep, o Banco do Brasil disponibiliza informações pelo site bb.com.br/pasep ou pela central de atendimento, nos números 4004-0001 (capitais) e 0800-729-0001 (demais regiões).

Calendário de pagamentos do PIS/Pasep 2025

O calendário de pagamentos do abono salarial PIS/Pasep 2025 foi aprovado pelo Codefat em dezembro de 2024, por meio da Resolução nº 1.011. Os pagamentos são organizados em seis lotes, com base no mês de nascimento dos trabalhadores, começando em 17 de fevereiro e encerrando em 15 de agosto. Os valores ficam disponíveis para saque até 29 de dezembro de 2025, prazo final para retirada do benefício.

  • Nascidos em janeiro: 17 de fevereiro
  • Nascidos em fevereiro: 17 de março
  • Nascidos em março e abril: 15 de abril
  • Nascidos em maio e junho: 15 de maio
  • Nascidos em julho e agosto: 16 de junho
  • Nascidos em setembro e outubro: 15 de julho
  • Nascidos em novembro e dezembro: 15 de agosto

Os trabalhadores que não sacarem o abono até o prazo final perdem o direito ao benefício, e os valores são revertidos ao Fundo de Amparo ao Trabalhador. Em 2024, por exemplo, cerca de R$ 218,9 milhões não foram sacados por 239.142 trabalhadores, reforçando a importância de acompanhar o calendário e consultar o direito ao benefício com antecedência.

Como o pagamento é realizado

O processo de pagamento do abono salarial é simplificado, com prioridade para depósitos automáticos. Na Caixa Econômica Federal, os trabalhadores com conta corrente, poupança ou Conta Digital recebem o crédito diretamente, conforme o calendário. Para os não correntistas, a Caixa cria automaticamente uma Poupança Social Digital, acessível pelo aplicativo Caixa Tem, que permite movimentações como transferências, pagamentos e saques.

Os saques também podem ser realizados em canais físicos, como agências da Caixa, lotéricas, terminais de autoatendimento e correspondentes Caixa Aqui. Para isso, é necessário apresentar um documento oficial com foto, como RG ou CNH, e, se disponível, o Cartão do Cidadão com senha. A ausência do cartão não impede o saque, desde que o trabalhador comprove sua identidade.

No Banco do Brasil, o pagamento do Pasep segue um procedimento semelhante. Correntistas recebem o crédito diretamente na conta, enquanto os não correntistas podem optar por transferência via PIX, TED ou saque presencial nas agências. Para saques presenciais, é necessário apresentar um documento de identificação oficial. O Banco do Brasil também disponibiliza terminais de autoatendimento para transferências, desde que o trabalhador tenha o número do Pasep ou CPF.

Impacto econômico do abono salarial

O abono salarial PIS/Pasep desempenha um papel crucial na economia brasileira, injetando bilhões de reais no mercado e estimulando o consumo. Com R$ 30,7 bilhões destinados a 25,8 milhões de trabalhadores em 2025, o programa beneficia diretamente milhões de famílias, especialmente em um cenário de desafios econômicos. O aumento no orçamento, em comparação com os R$ 27 bilhões de 2024, reflete o compromisso do governo federal em apoiar os trabalhadores de baixa renda.

Os recursos do abono têm impacto direto no comércio local, na quitação de dívidas e no atendimento de necessidades básicas, como alimentação e moradia. Em cidades menores, onde a renda média é mais baixa, o benefício pode representar uma parcela significativa do orçamento familiar. Além disso, o programa contribui para a redução da desigualdade social, ao direcionar recursos para trabalhadores que recebem até dois salários mínimos.

A distribuição escalonada dos pagamentos também ajuda a evitar picos de demanda nos serviços bancários, garantindo que as agências e os canais digitais da Caixa e do Banco do Brasil possam atender os beneficiários sem sobrecarga. Esse planejamento reflete a experiência acumulada em anos anteriores, quando o programa enfrentou desafios logísticos devido ao grande volume de beneficiários.

Desafios e cuidados para evitar perdas

Apesar da organização do programa, alguns desafios persistem, especialmente relacionados à falta de informação e à não retirada dos valores. Em 2024, milhares de trabalhadores deixaram de sacar o abono, resultando na devolução de milhões de reais ao FAT. Para evitar que isso se repita em 2025, é fundamental que os beneficiários acompanhem o calendário e consultem seu direito ao benefício com antecedência.

Outro obstáculo comum é a atualização incorreta dos dados pelos empregadores. Erros na RAIS ou no eSocial podem impedir que o trabalhador seja identificado como elegível, mesmo cumprindo todos os requisitos. Nesses casos, o trabalhador deve entrar em contato com o empregador ou com o Ministério do Trabalho para corrigir as informações. O atendimento presencial nas unidades do Ministério do Trabalho ou o envio de solicitação por e-mail (trabalho.uf@economia.gov.br, substituindo “uf” pela sigla do estado) são opções para resolver esses problemas.

  • Verifique os dados: Confirme se seu empregador enviou as informações corretas à RAIS ou ao eSocial.
  • Consulte com antecedência: Use o aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou o portal Gov.br a partir de 5 de fevereiro.
  • Acompanhe o calendário: Não deixe para sacar o benefício após 29 de dezembro de 2025.
  • Atualize seus dados bancários: Garanta que sua conta na Caixa ou no Banco do Brasil esteja ativa para receber o crédito automático.

Diferenças entre PIS e Pasep

Embora o PIS e o Pasep sejam programas complementares, eles apresentam diferenças importantes em termos de público-alvo e administração. O PIS é voltado para trabalhadores do setor privado, como empregados de empresas, indústrias e comércios, enquanto o Pasep beneficia servidores públicos, incluindo funcionários de órgãos federais, estaduais e municipais, além de militares e empregados de estatais.

A administração dos programas também é distinta. A Caixa Econômica Federal gerencia o PIS, utilizando sua ampla rede de agências, lotéricas e canais digitais, como o Caixa Tem, para facilitar o acesso dos beneficiários. Já o Banco do Brasil é responsável pelo Pasep, com foco em depósitos diretos e saques presenciais para servidores públicos. Apesar dessas diferenças, o calendário de pagamento foi unificado em 2025, com ambos os programas seguindo as mesmas datas baseadas no mês de nascimento.

Outra distinção está no número de beneficiários. Dos 25,8 milhões de trabalhadores contemplados em 2025, cerca de 22 milhões recebem o PIS, enquanto 3,8 milhões têm direito ao Pasep. Essa proporção reflete o maior número de trabalhadores no setor privado em comparação com o setor público, mas ambos os grupos dependem do benefício para complementar a renda.

Histórico e evolução do programa

O abono salarial PIS/Pasep tem uma longa trajetória no Brasil, com origens nas décadas de 1970, quando os programas PIS e Pasep foram criados para promover a integração social e a formação de patrimônio dos trabalhadores. Inicialmente, os recursos eram depositados em contas individuais, com saques liberados em situações específicas, como aposentadoria ou casamento. A partir da Constituição de 1988, o abono salarial passou a ser pago anualmente, com o objetivo de complementar a renda dos trabalhadores de baixa renda.

Ao longo dos anos, o programa passou por diversas reformulações. Até 2016, não era necessário trabalhar os 12 meses do ano-base para receber o valor integral, mas as regras foram ajustadas para tornar o benefício proporcional ao tempo de serviço. A digitalização dos serviços, como a introdução da Carteira de Trabalho Digital e do aplicativo Caixa Tem, também transformou o acesso ao abono, reduzindo a necessidade de deslocamentos às agências.

A unificação do calendário de pagamentos, implementada nos últimos anos, foi outra mudança significativa. Anteriormente, os pagamentos do PIS e do Pasep seguiam cronogramas diferentes, o que gerava confusão entre os beneficiários. Em 2025, a adoção de um único calendário, baseado no mês de nascimento, simplificou o processo e aumentou a transparência do programa.

Importância do planejamento financeiro

O recebimento do abono salarial pode ser uma oportunidade para os trabalhadores organizarem suas finanças. Com valores que variam de R$ 126,50 a R$ 1.518, o benefício pode ser usado para pagar contas, quitar dívidas, investir em educação ou até mesmo iniciar uma reserva de emergência. Especialistas financeiros recomendam que os beneficiários priorizem o uso do recurso para despesas essenciais ou para reduzir encargos com juros altos, como dívidas de cartão de crédito.

Para trabalhadores de baixa renda, o abono salarial pode representar uma parcela significativa do orçamento mensal. Em regiões onde o custo de vida é elevado, como nas grandes capitais, o benefício ajuda a aliviar pressões financeiras, especialmente em meses de despesas sazonais, como o pagamento de impostos ou material escolar. Mesmo para quem recebe o valor máximo, o planejamento é essencial para maximizar o impacto do recurso.

  • Pague dívidas: Priorize dívidas com juros altos, como cartão de crédito ou cheque especial.
  • Crie uma reserva: Destine parte do valor para uma poupança de emergência.
  • Invista em necessidades básicas: Use o recurso para alimentação, moradia ou saúde.
  • Evite gastos impulsivos: Planeje o uso do dinheiro para evitar compras desnecessárias.

Perspectivas para o programa em 2025

O abono salarial PIS/Pasep 2025 chega em um momento de recuperação econômica, mas também de incertezas. A inflação, que impactou o poder de compra dos brasileiros nos últimos anos, torna o benefício ainda mais relevante para milhões de famílias. O aumento no orçamento do programa, de R$ 27 bilhões em 2024 para R$ 30,7 bilhões em 2025, reflete o esforço do governo federal em atender um número maior de trabalhadores, especialmente em um contexto de formalização crescente no mercado de trabalho.

A expectativa é que o programa continue evoluindo, com maior integração de serviços digitais e campanhas de conscientização para reduzir o número de benefícios não sacados. A ampliação do uso do PIX, por exemplo, tem facilitado os pagamentos do Pasep, enquanto o aplicativo Caixa Tem se consolidou como uma ferramenta essencial para os beneficiários do PIS. Essas inovações tecnológicas são fundamentais para garantir que o benefício chegue rapidamente aos trabalhadores, mesmo em regiões remotas.

Além disso, o programa enfrenta o desafio de alcançar trabalhadores que não têm acesso fácil à internet ou a agências bancárias. Iniciativas como a expansão dos correspondentes Caixa Aqui e a melhoria do atendimento nas Superintendências Regionais do Trabalho são passos importantes para tornar o abono mais acessível. A colaboração entre o governo, a Caixa e o Banco do Brasil será essencial para superar esses obstáculos e maximizar o impacto do programa.

Canais de atendimento e suporte

Para esclarecer dúvidas ou resolver problemas relacionados ao abono salarial, os trabalhadores têm à disposição diversos canais de atendimento. A Central Alô Trabalho (158) é uma opção prática para consultas rápidas, enquanto o portal Gov.br oferece informações detalhadas sobre o benefício. As agências da Caixa e do Banco do Brasil também estão preparadas para atender os beneficiários, especialmente em casos de saques presenciais ou correção de dados.

No caso de problemas com a atualização de informações na RAIS ou no eSocial, o trabalhador deve buscar o empregador ou o Ministério do Trabalho. O atendimento presencial nas unidades regionais do Ministério é uma alternativa para quem enfrenta dificuldades com os canais digitais. Além disso, os aplicativos Caixa Trabalhador, Caixa Tem e Carteira de Trabalho Digital são ferramentas indispensáveis para acompanhar o status do benefício.

  • Central Alô Trabalho: Ligue para 158, de segunda a sábado, das 7h às 22h.
  • Caixa Econômica Federal: Contate pelo 0800-726-0207 ou acesse o aplicativo Caixa Trabalhador.
  • Banco do Brasil: Informações pelo 4004-0001 (capitais) ou 0800-729-0001 (demais regiões).
  • Ministério do Trabalho: Envie e-mail para trabalho.uf@economia.gov.br (substitua “uf” pela sigla do estado).

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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