Por que o boleto falso engana
O boleto falso é quase idêntico ao verdadeiro: tem o logotipo da empresa, o seu nome, o valor certo e a data de vencimento. A diferença está no código de barras e na linha digitável, que foram trocados para mandar o dinheiro para outra conta.
Ele pode chegar por e-mail, por mensagem, pelo correio ou aparecer em sites falsos de "segunda via", que surgem nas primeiras posições de busca. Às vezes oferece um desconto para pagar no mesmo dia, justamente para você não conferir.
A conferência que leva dez segundos
Quando você digita ou lê o código no aplicativo do banco, a tela de confirmação mostra o nome e o documento (CPF ou CNPJ) de quem vai receber. Esse é o momento mais importante: se o nome não for o da empresa que você conhece, cancele. Desconfie também de beneficiário que é pessoa física quando a conta é de uma empresa.
Prefira os canais oficiais
Pegue a segunda via sempre no site ou no aplicativo oficial da empresa, digitando o endereço você mesmo. O DDA (Débito Direto Autorizado), que a maioria dos bancos oferece no aplicativo, mostra os boletos registrados no seu CPF e ajuda a perceber quando um boleto não bate.
Se já pagou
Avise o banco e a empresa verdadeira o quanto antes. Guarde o boleto, o comprovante e o e-mail ou a mensagem em que ele chegou. Esses documentos são importantes no boletim de ocorrência.
Por que registrar o boletim de ocorrência
O boletim de ocorrência ajuda o banco a analisar o caso, serve de prova se houver processo e alimenta as investigações da polícia. Ele pode ser feito na delegacia ou pela internet, na Delegacia Eletrônica da Polícia Civil do seu estado: procure "delegacia eletrônica" e o nome do estado no buscador e confira se o endereço é do governo estadual. Guarde prints, números de telefone, nomes, chaves Pix e comprovantes.






























